Editorial
Muito se tem noticiado e comentado a respeito do crescimento constante apresentado pelo mercado de BI nos últimos anos, bem como a perspectiva de maior adoção destas soluções - por parte das empresas dos mais variados segmentos -, visando a obter melhor acompanhamento e análises de seus negócios.
Com base neste cenário, gostaria de abordar duas questões que considero muito importantes: 1.) O que motiva as empresas a investirem em Business Intelligence? 2.) Como as organizações podem tirar o máximo valor do BI?
Para nos ajudar a responder estas questões, farei uso de algumas informações reveladas em recente estudo realizado pela consultoria Accenture junto a centenas de executivos das maiores empresas dos Estados Unidos. No estudo, a maioria desses líderes apontaram o BI como uma necessidade para enfrentar os desafios do futuro. Para os entrevistados, as companhias que melhor conseguirem coletar e analisar dados que suportem a tomada de decisão, serão aquelas com maiores condições de prosperar.
Em resumo, o que estes executivos estão afirmando nos ajuda a compreender melhor o momento vivido pelo mercado e a melhor forma de tirar proveito de todo o poder oferecido pelo BI: em uma economia a cada dia mais dinâmica e instável, afetada por uma infinidade de fatores, o bom uso de soluções que permitam entender mais profundamente os negócios – coletando dados de qualidade, analisando aspectos fundamentais, criando cenários distintos e prevendo possibilidades futuras – torna-se essencial, não apenas aos CEOs e CFOs, mas a todos os envolvidos no processo decisório nos níveis estratégico, tático e operacional. Definindo: “É analisar e aprender com o passado, para monitorar e direcionar o presente, prevendo o futuro”.
Neste aspecto, a proposta da Business Objects de disseminar o Business Intelligence por toda a organização, fazendo do BI mais do que uma aplicação departamental e pontual, se encaixa perfeitamente nas necessidades atuais das organizações. O BI, quando aplicado amplamente nas companhias, pode influenciar positivamente as decisões de várias áreas internas, do RH ao marketing, do financeiro à distribuição, proporcionando ótimos resultados de negócios.
O cenário descrito no estudo da Accenture, embora tenha como fonte de informação as empresas dos EUA, se reflete talvez de forma mais intensa na América Latina.
Para encerrar, gostaria de ressaltar que durante o mês de agosto a Business Objects está completando 15 anos de atuação. As ótimas notícias anunciadas nos últimos tempos reforçam nossa comemoração.
Obrigado e boa leitura!
Emilio Mariño
Vice-presidente para América Latina
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